Paraolímpicas



Os Jogos Paraolímpicos ou Paralímpicos são o maior evento esportivo mundial envolvendo pessoas com deficiência. Incluem atletas com deficiências físicas (de mo- bilidade, amputações, cegueira ou paralisia cerebral), além de deficientes mentais. ParaOlimRealizados pela primeira vez em 1960 em Roma, Itália, têm sua origem em Stoke Mandeville, na Inglaterra, onde ocorreram as primeiras com- petições esportivas para deficientes físicos, como forma de reabilitar militares atingidos na Segunda Guerra Mundial. O sucesso das primeiras com- petições proporcionou um rápido crescimento ao movimento paralímpico, que em 1976 já contava com quarenta países. Neste mesmo ano foi rea- lizada a primeira edição dos Jogos de Inverno, levando a mais pessoas deficientes a possibilidade de praticar esportes em alto nível. Os Jogos de Barcelona, em 1992, representam um marco para o evento, já que pela primeira vez os comitês organizadores dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos trabalharam juntos. O apoio do Comitê Olímpico Internacional após os Jogos de Seul, em 1988 proporcionou a fundação, em 1989, do Comitê Paralímpico Internacional. Desde então os dois órgãos desenvolvem ações conjuntas visando ao desenvolvimento do esporte para deficientes.

Veja alguns exemplos abaixo:

Atletismo

AtletismoParaolimpicasAs provas destinam-se a atletas com todos os tipos de deficiência, nas categorias masculina e feminina. Estes são classificados de acordo com o tipo de deficiência apresentada, de forma a haver equilíbrio na competição. As provas estão divididas em: Corridas (100 m, 200 m, etc.), saltos (Salto em comprimento, triplo salto, etc.), lançamentos (do peso, do dardo, etc.) e pentatlo. No segmento de corridas, por exemplo, se a deficiência visual for acentuada, ele terá o auxílio de um corredor em perfeitas condições físicas.

Basquete em cadeira de rodas

Basquete_em_cadeira_de_rodasParaolimpicasÉ disputado por pessoas com alguma deficiência físico-motora. As cadeiras são adaptadas e pa- dronizadas, conforme previsto nas regras – sob a responsabilidade da Federação Internacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas (IWBF, em in- glês), fundada em 1989 e que ganhou in- dependência em 1993. As dimensões da quadra, a pontuação e a altura da cesta são as mesmas do Basquetebol convencional – assim como as equipes, com cinco jogadores cada. As partidas são divididas em quatro quartos de dez minutos. O relógio para, entre outras situações, quando a bola sai da quadra, ou em cada pedido de tempo, de um minuto cada.

Bocha

BochaParaolimpicasO jogo de bocha é similar ao Bocha convencional. O jogo consiste em um conjunto de seis bolas azuis, seis bolas vermelhas e uma bola branca (bola alvo). Comenta Campeão (2003) que, o bocha adaptado foi criado inicialmente para atender as pessoas com encefalopatia crônica, conhecido como paralisia cerebral (PC) severas com alto grau de com- prometimento motor nos quatro membros e que se utilizava de cadeira de rodas. Atualmente outras pessoas com deficiência também podem competir, desde que inseridas na mesma classe no grau da deficiência, como por exemplo: distrofia muscular progressiva, acidente vascular cerebral, disfunção motora progressiva, entre outras. O jogador, conforme descreve as regras previstas pela International Boccia Commission – (IBC) – CP-ISRA (2004), é dividido por classes de acordo com o grau de comprometimento motor ou limitação, sendo que em cada divisão jogam praticantes de ambos os sexos. As divisões são: Individual BC1 – Individual BC2 – Individual BC3 – Individual BC4. A classificação também segue as normas e regras da CP-ISRA, sendo que cada classe é denominada pela funcionalidade de cada jogador. A classe BC1 é composta por pessoas com tetraplegia espástica severa com ou sem atetose, no qual há pouca amplitude de movimentos ou força funcional em todos os movimentos nas extremidades e no tronco. Dependem da cadeira de rodas e precisam de auxilio durante o jogo, assim como de assistência tanto para a remoção da cadeira de rodas, quanto para a aquisição da bola. A classe BC2 é composta por pessoas com tetraplegia espástica de severa a moderada, os mesmos itens relacionados a classe BC1, a única diferença é que podem impulsionar a cadeira de rodas manualmente. As pessoas da classe BC3 utilizam calha e um calheiro para realizar o jogo. E por fim, na classe BC4 as pessoas possuem diplegia de moderada a severa com controle mínimo nas extremidades das mãos, e ainda, com limitações de tronco e pouca força funcional nos quatros membros.

Ciclismo

CiclismoParaolimpicasO desporto que vamos falar nesta entrada é o Ciclismo Adaptado. Paralisados cerebrais, defi- cientes visuais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes) competem nas categorias masculina e feminina. O ciclismo paralímpico pode ser pra- ticado como modalidade individual ou por equipe. As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo-UCI, mas com pequenas alterações re- lativas à segurança e à classificação dos atletas, feitas pela entidade que gerencia a modalidade: o Comité de Ciclismo do Comité Paralímpico Internacional. As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos (para paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão). O ciclista cego compete em bicicleta dupla – também chamada de ‘tandem’ – com um guia que pedala no banco da frente. Ambos podem ser do mesmo sexo ou não. Para os cadeirantes, a bicicleta é pedalada com as mãos: é o ‘handcycling’. As provas são de velódromo, estrada e contra-relógio. No velódromo, as bicicletas não têm marchas e percorrem uma pista oval que varia entre 250 e 325 m de extensão. Diversas são as distâncias percorridas e os tipos de prova, sendo a velocidade uma constante fundamental. As competições são as mais longas da mo- dalidade, com até 120 km de percurso. As disputas de contra-relógio exigem mais rapidez do que resistência. Cada atleta sai de um em um minuto, e pedala contra o tempo. Com isso, a posição dos ciclistas na pista não diz, necessariamente, a colocação real em que se encontram.

Futebol de 5 jogadores para deficientes

Futebol_de_5e7_jogadoresParaolimpicasTambém conhecido como futsal e futebol para cegos, é uma adaptação do futebol para atletas com deficiências visuais, incluindo os cegos. O campo de jogo é menor e rodeado de placas. Cada equipe tem cinco jogadores, incluindo o guarda-redes. As e- quipes podem ainda ter um guia, que está po- sicionado fora do campo de jogo, para assistir os jogadores dirigindo-os. A bola está equipada com um dispositivo que faz barulho para os jogadores poderem localizá-la pelo som. Os jogos têm duas partes de 25 minutos cada, com um intervalo de 10 minutos. Os jogadores de Futebol de cinco têm uma de três classes, de acordo com o seu nível de deficiência visual: B1 – Atletas total ou quase totalmente cegos; desde a não percepção da luz até à percepção da luz mas com a impossibilidade de reconhecer a forma de uma mão. B2 – Atletas com visão parcial; conseguem reconhecer a forma de uma mão com uma acuidade visual de 2/60 ou um campo visual de menos de 5 graus. B3 – Atletas com visão parcial; acuidade visual de 2/60 até 6/60 ou campos visuais de 5 a 20 graus. As equipes podem usar atletas com visão como guarda-redes e guias; os guarda-redes com visão não podem ter estado registados na FIFA por, no máximo, cinco anos. Existem dois tipos de competição. Para jogos da Classe B1, apenas atletas da classe B1 são permitidos, com excepção para os guarda-redes e para os guias, que podem ser das classes B2, B3 ou que vejam. Para jogos das Classes B2/B3, as equipes podem alinhar com jogadores das classes B2 e B3; pelo menos dois jogadores da classe B2 devem estar em campo ao mesmo tempo. A bola possui guizos que produzem sons, através dos quais os atletas podem encontrar a bola. Pode-se usar um goleiro sem deficiência visual e em boas condições físicas.

Futebol de 7 jogadores para deficientes

Futebol_de_7_jogadoresParaolimpicasÉ uma adptação do futebol para atletas com paralisia cerebral e outros distúrbios neurológicos, incluindo AVC e lesões traumáticas no cérebro. O desporto é dirigido pela Associação Desportiva e Recreativa Internacional de Paralisia Cerebral (CP-ISRA). O jogo decorre com regras da FIFA mo- dificadas. Entre as modificações, há o campo de jogo reduzido, o menor número de jogadores, a eliminação da regra do fora-de-jogo, e os lan- çamentos laterais com uma só mão são permitidos. Os jogos têm duas partes de trinta minutos, com um intervalo de quinze minutos. Os jogadores que competem no Futebol de 7 deverão estar encaixados numa classe consoante o seu nível de deficiência. As classes elegíveis são: C5 – Atletas com dificuldades ao andar e ao correr, mas não quando sentados ou ao pontapear a bola. C6 – Atletas com problemas de controlo e coordenação nos seus membros superiores, especialmente quando correm. C7 – Atletas com hemiplegia. C8 – Atletas com deficiências mínimas; devem preencher os critérios de elegibilidade e ter um impedimento óbvio que tenha impacto na prática de futebol. As equipas devem ter apenas um jogador da classe C5 ou C6 em campo todas as vezes. Não são permitidos mais de dois jogadores de classe C8 a jogar ao mesmo tempo. Pode-se usar um goleiro sem deficiência visual e em boas condições físicas.

Goalball – deficientes visual

Goalball_deficiencia_visual_ParaolimpicasÉ um jogo praticado por atletas que possuem deficiência visual, cujo objetivo é arremessar uma bola sonora com as mãos no gol do adversário. Cada time joga com três jogadores e todos os atletas usam vendas nos olhos. Há também três reservas. Quando um jogador faz um pênalti, fica um no gol e o adversário arremessa. A sua percepção é pelo tato, audição; as linhas do chão são o motivo do jogo em que o tato prevalesse. A bola que possui guizos para o grande uso da audição e assim eles podem saber em que direção a bola esta indo. Precisa de muita concentração, por isso o silêncio da torcida e da equipe é importante.

Halterofilismo

HalterofilismoParaolimpicasÉ uma adaptação do esporte de levantamento de peso básico para atletas com deficiência física. A única disciplina é o supino. O supino é a única prova e começa no momento em que a barra é retirada do suporte — com ou sem a ajuda do auxiliar central — estendendo totalmente os braços; a seguir, tém de baixá-la até ao peito, mantê-la imóvel neste nível e, em seguida, elevá-la até a posição inicial, finalizando o movimento. Os atletas competem em classes de peso, de acordo com a sua massa corporal. São divididos em dez categorias de peso, conforme o sexo. Em 1º de janeiro de 2013, novas categorias de peso foram fixadas: masculino – até 49 kg, 54 kg, 59 kg, 65 kg, 72 kg, 80 kg, 88 kg, 97 kg, 107 kg e acima de 107 kg. feminino – até 41 kg, 45 kg, 50 kg, 55 kg, 61 kg, 67 kg, 73 kg, 79 kg, 86 kg e acima de 86 kg. Aos atletas são dadas três tentativas e o vencedor é o atleta com o maior peso levantado. Três árbitros avaliam cada tentativa de levantamento, escolhendo a cor branca ou uma luz vermelha. O peso da barra deve ser sempre um múltiplo de 1 kg, exceto quando da tentativa de um novo recorde. Entre a primeira e a segunda tentativa, e entre a segunda e a terceira tentativa, deve haver um aumento mínimo de 1 kg. Podem competir atletas com deficiência mínima, de 14 anos em diante, e que possam estender com- pletamente os braços com não mais de 20 graus de perda em ambos cotovelos para realizar o movimento válido.

Hipismo

Hipismo_ParaolimpicasNos Jogos Paraolímpicos, o Hipismo é re- presentado apenas pela modalidade de A- destramento. Os cavaleiros são divididos em quatro categorias de acordo com o grau de paralisia ou deficiência visual, e também reúne homens e mulheres na mesma competição. A pista é mo- dificada para oferecer mais segurança aos ca- valeiros, como o piso de areia compactada, placas de posicionamento maiores, localização sonora (chamadores) para os cavaleiros que são deficientes visuais e rampas de acesso aos deficientes físicos. Esse esporte é de grande elegância.

Natação

NatacaoParaolimpicasO programa atual da modalidade é composto por provas para atletas com todos os tipos de de- ficiência. Não é permitido o uso de próteses ou de qualquer equipamento que auxilie o nadador, exceto os tappers, usados para bater levemente às costas dos deficientes visuais para avisá-los de que a borda da piscina está próxima. Cada prova é dividida em diversas classes, de acordo com o grau de comprometimento dos atletas. Programa atual: 50 metros (livre, peito, costas e borboleta); 100 metros (nados livre, peito, (costas e borboleta); 150 metros (medley – três estilos); 200 metros (livre e medley – quatro estilos); 400 metros (livre); Revezamento 4×50 metros (livre e medley); Revezamento 4×100 metros (livre e medley).

Remo

RemoParaolimpicasÉ disputado por atletas com diferentes tipos de deficiência física, desde a cegueira até amputações mais severas. Os remadores são divididos em três classes: AS – (arms & shoulders) São atletas que podem usar apenas os braços e ombros para impulsionar o barco. Também participam atletas com paralisia cerebral, dificuldade locomotora ou algum prejuízo neurológico. Os atletas dessa categoria disputam as provas de skiff simples, em eventos separados por gênero; TA – (trunk & arms) São atletas que podem usar braços, ombros e o tronco para impulsionar o barco. Podem ter amputações nas pernas que impossibilitem a utilização do acento deslizante. Participam também atletas com paralisia cerebral, dificuldade locomotora ou algum prejuízo neurológico em menor grau. Os atletas dessa categoria competem no skiff duplo misto, com um homem e uma mulher compondo o mesmo barco; LTA – (legs, tunks & arms) São atletas que possuem o menor nível de deficiência. São elegíveis para essa categoria deficientes visuais, desde que usem vendas; atletas amputados ou que possuem algum tipo de paralisia cerebral ou outro prejuízo neurológico. Atletas dessa categoria competem no barco de 4 pessoas com timoneiro. Homens e mulheres compõem o mesmo barco e o timoneiro também deve ter alguma deficiência mínima.

Rugbi em cadeira de rodas

Rugbi_em_cadeira_de_rodasParaolimpicasÉ para atletas com deficiência em pelo menos 3 membros (ex:lesão medular, polio) ou 4 membros (ex: amputação). Utiliza-se quadras de tamanho oficial de basquete e bolas semelhantes as de volei. Os jogadores podem usar qualquer tipo de proteção para as mãos; sem nenhum tipo de material que possa ser perigoso para os outros jogadores, tais como materiais duros o ásperos. A cadeira de rodas deve ter quatro rodas. As duas rodas grandes de atrás que são usadas para mover cadeira de rodas são denominadas rodas principais; as duas rodas pequenas da frente são denominadas rodinhas. Cada roda principal deve estar adaptada com uma tela protetora que protege a área que entra em contacto com outras cadeiras de rodas, e um aro de impulso. Não são permitidas barras ou ganchos ao redor das rodas principais. A cadeira de rodas deve estar adaptada com dispositivo an- tiderrapante junto à parte posterior da mesma. Se a roda do dispositivo anti-tip estiver preso, não pode ser projetada mais atrás que o ponto mais traseiro das rodas principais. Se a roda do dispositivo anti-tip gira, a carcaça que a sustenta não pode estar mais atrás que o ponto mais traseiro das rodas principais. A base da roda do dispositivo anti-tip deve estar a não mais de dois centímetros sobre o piso.

Tênis de Mesa – para deficientes

Tenis_de-MesaParaolimpicasÉ destinado a atletas com paralisia cerebral, amputados e em cadeira de rodas, masculinos e femininos, por equipe, individual ou open. Pode ser praticado em pé ou de cadeira de rodas. A im- posição da bola bater no meio da mesa no serviço e a permissão para que o atleta se apoie na mesa, desde que não a tire do lugar, são algumas das poucas adaptações das regras da Federação In- ternacional, também no serviço a bola deve sair pela linha de fundo e não pelas laterais. Para ser mais ‘preciso’, as categorias são divididas em Classes, de 1 a 5, chamamos de Cadeirantes, de 6 a 10, andantes, e a 11 especificamente para deficientes intelectuais. Quanto menor a categoria, maior o tipo de lesao, ou seja, Classe 1 Cadeirante, tem lesão mais grave do que a Classe 5, onde a lesao encontra-se apenas nos membros inferiores. A Regra do saque (diferente dos ‘normais’), aplica-se apenas aos do tipo Cadeirantes, os andantes, a regra do saque vale a mesma das competições olímpicas. Leva-se apenas em consideração, problemas de lançamento de bola, e em alguns casos, permiti-se rebater usando as 2 mãos.

Tênis em cadeira de rodas

Tenis_em_cadeira_de_rodasParaolimpicasÉ um esporte paraolímpico praticado por ca- deirantes cuja deficiência seja a perda dos membros ou a incapacidade de utilizá-los para locomoção. Utiliza as mesmas quadras do tênis convencional utilizando as mesmas regras com pequenas a- daptações. A maior diferença da regra adotada neste esporte é a que a bola pode quicar duas vezes antes de ser rebatida, podendo o segundo quique ocorrer fora das linhas da quadra. A mesma regra é válida para os saques, que podem ser realizados por outra pessoa se a deficiência do jogador impeça a realização deste. Durante o jogo o jogador não pode deixar o assento de sua cadeira de rodas, sendo ela considerada parte do corpo do jogador.

Vela / Iatismo

VelaParaolimpicasNeste esporte, dois tipos de barco são utilizados nas competições paraolímpicas. Os barcos da classe 2.4 mR comportam um único atleta, pesam 260 quilos e possuem 4,1 m de comprimento, ao passo que o Skud 18 deve ser tripulado por duas pessoas. Já os barcos da classe sonar comportam uma equipe de três pessoas, que deve ser classificada em função dos tipos de deficiência. Esses barcos são maiores: pesam cerca de 900 kg e medem cerca de 7 m. Tanto o 2.4 mR como o Sonar são barcos de quilha, que é uma peça de metal situada abaixo do casco do barco que impede que ele vire, o que os torna estáveis e seguros, condição essencial para competições. A vela requer um sistema de classificação que atribui pontos de acordo com a capacidade funcional de cada atleta. Eles são pontua¬dos com base em suas habilidades funcionais em classes que vão de um a sete. Atletas com deficiência visual são colocadas em uma competição de três classes, com base em sua acuidade visual e campo de visão. A pontuação de uma tripulação de três pessoas não deve ultrapassar os 14 pontos. Ao contrário de esportes que possuem sistema de pontos para avaliar os atletas, o objetivo aqui é obter menos pontos que os concorrentes. Os velejadores disputam nove regatas e somam pontos de acordo com a colocação em cada uma delas. O vencedor conquista um ponto, o segundo fica com dois e assim por diante. Ao final das disputas, o pior resultado é descartado e quem tiver a menor soma de pontos é declarado campeão. O percurso das regatas é demarcado por boias. Essa sinalização é alterada de acordo com as condições climáticas do dia de prova. Classes 2.4 mR Individual Skud 18 para duas pessoas Sonar para três pessoas.

Voleibol

VoleibolParaolimpicasÉ dividido em 2 modalidades: Sentado e Em Pé. No voleibol Paraolímpico sentado, a rede tem cerca de 1,15 metro de altura (masculino) e 1,05 (feminino), e o campo tem 10 x 6 metros, com uma linha de ataque de 2 metros. É permitido aos jogadores bloquear os serviços. No voleibol paraolímpico em pé, uma mistura de deficiências podem ser re- presentadas no campo a todo o tempo, para igualar o nível do jogo. Tem quatro jogadores em cada time. Atletas com as seguintes deficiências podem competir no voleibol paraolímpico sentado ou no voleibol paraolímpico em pé: amputados, lesões na medula espinhal, paralisia cerebral, lesões cerebrais e os que já sofreram acidentes vasculares cerebrais.





Referências: Wikipédia – a enciclopédia livre












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